sexta-feira, 16 de abril de 2010

Êxodo: 17 - A vara de Deus

Moisés e a cambada lá seguiram as suas jornadas pelo deserto de Sim, tendo ido acampar a Refidim, que fica logo como quem vai para Covas de Coina, mas vira antes à direita.
Viram uma miragem da Fátima Lopes do Surprise Show que lhes cantou: "Não há água para beber!". O povo rebelou-se contra Moisés, que suspeitou vir a ser apedrejado não tardaria.
- Pois e agora, ó SENHOR?
- Passa diante do povo, e toma contigo alguns dos anciãos de Israel; e toma na tua mão a tua vara, com que feriste o rio, e vai. Eis que eu estarei ali diante de ti sobre a rocha, em Horebe, e tu ferirás a rocha, e dela sairão águas e o povo beberá. E Moisés assim o fez, diante dos olhos dos anciãos de Israel.
Fátima Lopes tornou a aparecer-lhes, perguntando-lhes alegre, "Está o SENHOR no meio de nós, ou não?"

Às tantas veio Amaleque que entrou em peleja com Israel, pelo que Moisés mandou Josué pelejar com quantos moçoilos capazes tivesse entre si. Disse mais:
- Amanhã eu estarei sobre o cume do outeiro, e a vara de Deus estará na minha mão.
- Porca! - Indignou-se Josué.
Foi um rodopio de tarde: Moisés no seu outeiro, assim que levantava a mão, prevalecia Israel, quando a baixava, era Amaleque quem tomava as rédeas da peleja. Divertido, foi brincando com um arcaico "yo-yo", até se fartar e permitir que Josué e seus compadres dessem por finda a tarefa de exterminar o pessoal de Amaleque.
Edificou então um altar ao qual chamou "O SENHOR é a minha bandeira", pensando no tempo passado com a Sua vara na mão.

1 comentário:

maria manuel disse...

e água... nada? tudo manobras de distracção